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Conheça as vantagens de usar nitrogénio nas rodas do carro

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O uso de nitrogénio no momento de encher os pneus de um carro não é uma escolha pacífica. Os benefícios que este novo elemento traz são reais, mas residuais. Conheça as vantagens e desvantagens.
É sabido, até pela experiência ao volante, que a quantidade de ar existente nos pneus influencia o comportamento de um veículo na estrada. Pressões desajustadas, altas ou baixas, prejudicam a condução (conforto, segurança), o meio ambiente e a ‘carteira’. Daí que seja fundamental uma monitorização regular, de forma a manter os níveis desejados.
Embora seja altamente recomendado pelos especialistas do setor automóvel, o controlo da pressão dos pneus é descurado por muitos automobilistas. Basta olhar ao nosso redor (ou até mesmo para nós próprios, em certos casos) para percebermos que nem todos têm esse cuidado. É possível que esse tenha sido um dos pontos de partida para a procura de soluções alternativas ao ar que utilizamos. E há quem acredite que se encontrou: encher os pneus com nitrogénio (azoto) reduzirá a perda de pressão.
 
 
VANTAGENS
A retenção do ar por períodos maiores é apontado como um dos benefícios do uso do nitrogénio para calibrar os pneus. Este e outros argumentos são-lhe atribuídos para ganhar alguma vantagem sobre o método mais comum (utilização de ar comprimido):
+ eficiência. Devido às menores variações de pressão que permite, aplicar nitrogénio nos pneus, tem vantagens ao nível do consumo de combustível e das emissões de CO2.
+  estabilidade. A ciência confirma que as moléculas do nitrogénio são um pouco maiores que as do ar que respiramos, pelo que é natural que sintam mais dificuldades para atravessar o pneu. Assim, tecnicamente, é seguro dizer que a pressão se mantém no interior por mais tempo, pelo que, não será necessário um controlo tão apertado das condições do pneu.
+  durabilidade. Quando submetidos a condições mais exigentes, os pneus com nitrogénio geram menos calor, o que potencia o aumento da sua vida útil. No mesmo sentido, o seu uso reduz a oxidação e corrosão da área de contacto do pneu com a jante, pois está ‘livre’ de oxigénio - um forte oxidante.
+  segurança. Pelo facto da pressão se manter constante com a temperatura, os pneus são mais fiáveis e a condução melhora.


DÚVIDAS
Apesar de as oficinas sugerirem esta opção e de a procura ter aumentado, a verdade é que não há consenso quanto às suas efetivas vantagens comparativamente com a utilização de ar comprimido, se envolvermos na equação os custos que lhe estão associados. Isto, porque as margens dos benefícios são muito residuais e, em alguns casos não são sentidas na condução diária, provocando impacto apenas em condições extremas, onde cada detalhe faz a diferença.
Uma explicação para a tese anterior é o facto de o ar usado pela maioria dos condutores ter o nitrogénio como seu principal composto (78%). Quer isto dizer que apenas 22% (21% de oxigénio e 1% de outras substâncias) o diferenciam do ‘concorrente’. É, por isso, nesta margem mínima que o nitrogénio se consegue destacar nalguns pontos. Contudo, essa superioridade não é cabal, daí subsistirem dúvidas sobre a eventual substituição do ar comprimido pelo nitrogénio.


DESVANTAGENS
Se considerarmos que o benefício é residual, aplicar nitrogénio nos pneus tem desvantagens, sendo a mais evidente a relacionada com os custos. Não é um serviço para valores elevados (começa nos 4€ por pneu), mas se considerarmos que a alternativa é gratuita, a decisão torna-se mais difícil. Além disso, embora a pressão se mantenha por mais tempo, ela deve ser controlada, o que implica um regresso à oficina.
 


notícia extraída na integra da euromaster.pt
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